Mundo RH
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O inglês como diferencial competitivo – a barreira que limita o crescimento dos profissionais brasileiros
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No novo episódio do podcast do Mundo RH, recebemos Fernando Lugó, diretor de marketing da Pearson, para uma conversa reveladora sobre a importância do inglês no desenvolvimento da carreira profissional no Brasil. Com base em uma pesquisa recente da Pearson, discutimos como os brasileiros valorizam menos a proficiência na língua inglesa em comparação com outras grandes economias latino-americanas, como México e Colômbia, e o que isso revela sobre a cultura corporativa e educacional do país.
O episódio traz uma análise profunda de dados que mostram que, para muitos brasileiros, o principal motivo para estudar inglês está relacionado a viagens internacionais, enquanto, em outros países, o foco é o desenvolvimento profissional. Essa diferença de motivação pode impactar diretamente a competitividade dos profissionais brasileiros no mercado global, onde o inglês é uma ferramenta essencial para a ascensão e a liderança em ambientes corporativos cada vez mais multilíngues e interconectados.
Lugó ainda levanta questões sobre como o RH e as empresas podem desempenhar um papel fundamental na mudança desse cenário. Segundo ele, é possível criar políticas de incentivo e apoiar os colaboradores no aprendizado do inglês, transformando o domínio do idioma em uma vantagem competitiva. O diretor da Pearson destaca a importância de vencer barreiras culturais e estruturais que dificultam o avanço da proficiência no Brasil, onde apenas 30% da população tem algum nível de conhecimento da língua.
Outro dado impactante da pesquisa revela que 67% dos brasileiros não se sentem confiantes para liderar uma reunião de trabalho em inglês, o que limita suas possibilidades de crescimento em corporações globais. Lugó ressalta que a falta de prática e confiança no uso do idioma é um desafio constante para muitos profissionais e que superar essa barreira pode elevar o desempenho e a presença dos brasileiros no cenário internacional.
Durante a entrevista, também discutimos os exemplos de países como México e Argentina, que apresentam maiores níveis de proficiência em inglês do que o Brasil. Lugó sugere que há lições valiosas a serem aprendidas com as estratégias de ensino de idiomas desses países, e como essas práticas poderiam ser adaptadas às políticas educacionais e de qualificação profissional brasileiras.
Este episódio é um convite à reflexão sobre como a língua inglesa é, hoje, uma peça-chave para o desenvolvimento profissional e o sucesso no mercado de trabalho global. Para quem busca estar à frente em suas carreiras, entender e dominar o inglês não é mais uma escolha opcional, mas uma necessidade.